simplesmente delícia

Arquivo de julho de 2011

28 de julho de 2011

  • Eu não como vísceras e não gostaria de provar bichos considerados ‘domésticos’ na minha sociedade (cachorro, etc.). Não sou muito fã de carnes vermelhas de uma forma geral mas gosto de algumas em particular (costela e carneiro por exemplo). Mas provo de tudo e gosto de manter a cabeça aberta para qualquer coisa. E tenho o privilegio de não ter nenhuma alergia a comida - provavelmente já bastam todas as alergias de pele que eu tenho.  Considero-me uma pessoa fácil. E não deem ouvidos as más línguas que dizem que só aceito comer aqui ou ali: não tem nada de errado em querer comer comida bem feita e pagar um preço justo por ela. E não, você não vai me ver no ultimo restaurante da moda aonde o ceviche é servido em copo de Martini e custa o preço de três quilos do peixe usado.
  • ahahah
  • ahahah
  • Mas apesar das minhas idiossincrasias, modas, manias, fobias e alergias estão tornando tudo um pouco mais complicado. Estou pensando em preparar uma planilha Excel para mandar para os amigos convidados aqui em casa: uns não comem carne, outros camarão, uns tem alergia a glúten, outros não podem ingerir laticínios e ainda tem a questão da religião em outros casos. É claro que uma solução é trocar de amigos periodicamente ou então convidar os amigos por grupo: só aqueles que não comem camarão, ou só aqueles alérgicos a laticínios etc..
  • ahahaha
  • ahahah
  • E sim, é sempre melhor ser sincero e falar sobre suas restrições a pessoa que convida, do que achar que é educado não dizer nada e depois não comer aquilo que é servido. Ninguém na cozinha quer ser acusado de tentativa de assassinato dos seus convidados.
  • Esses brownies são uma delicia e uma excelente sobremesa para aqueles com intolerância a glúten. Pouco doce, esse brownie vai ficar ainda mais incrível com creme chantilly ou sorvete de creme (só verifique que não há nenhum sensível a lactose…). As raspas de laranja são opcionais mas eu acho que ficam uma delicia - me lembram do casamento chocolate-Cointreau, que eu gosto tanto.
haha
ahaha
Receita da Revista Delicious de Julho 2011

    ingredientes

  • 200 gramas de manteiga sem sal
  • 400 gramas de chocolate meio amargo (eu gosto do Garoto Cacau 55%)
  • 6 ovos grandes (se não forem grandes, use 7 ovos)
  • 1 ½ copos de açúcar (300 gramas)
  • 150 gramas de nozes picadas (1 ½ copos dela já picada)
  • 1 pitada de sal
  • 2/3 copo ou 75 gramas de cacau em pó (não o chocolate em pó)
  • Raspas de 1 laranja (opcional)
  • ahahaha

    modo de preparo

  • 1.       Pré-aqueça o forno a 180° C graus. Unte de manteiga e polvilhe de farinha (ou qualquer outra coisa substituível para aqueles que evitam glúten) um pirex de 20 por 30 cm.
  • 2.       Numa vasilha média, ponha o chocolate partido em pedaços grandes e a manteiga picada. Encha uma panela media com 3 dedos de agua. Ponha a vasilha com o chocolate em cima, tomando muito cuidado para que o fundo da vasilha não toque na agua. Leve ao fogo e deixe o chocolate derreter com a manteiga em banho-maria. Assim que estiver derretido, retire a vasilha do banho-maria e deixe esfriar em temperatura ambiente antes de prosseguir.
  • 3.       Na vasilha da batedeira, ponha os ovos e o açúcar. Bata com o balão em velocidade média/alta até formar um creme branco e bem fofo (parece uma mousse). diminua a velocidade da batedeira e adicione o cacau em pó e as raspas de laranja se for usar. Bata mais um pouco (o cacau não precisa estar misturado uniformemente ao creme).
  • 4.       Pare a batedeira e junte, a mão, as nozes picadas e 1 pitadinha de sal. Logo em seguida, adicione o chocolate derretido . Misture o chocolate o mais rápido possível para não perder o volume da massa, usando um fouet ou uma espátula grande.
  • 5.       Entorne na vasilha preparada e leve imediatamente ao forno. Asse por 30 a 35 minutos. O brownie está pronto quando ele estiver firme porem ainda um pouco mole no centro. A ponta da faca ainda sai úmida de um pouco de massa do centro do brownie. Deixe esfriar totalmente antes de partir. Sirva com sorvete ou chantilly.
Outra Boa Idéia: Mousse Assada como um Bolo (tambem sem farinha)
ahahaha

24 de julho de 2011

Lacoste, aonde o grande Marquis de Sade, cujos livros me marcaram tanto, tinha seu castelo.

ahahaha

ahahahah

  • Le Vivier, em Isle-sur-la-Sorgue, uma das minhas cidades preferidas na Provence. De cima à esquerda: Foie gras com enguia defumada e geleia de cereja; e alcachofras poivrade (um tipo especifico da Provence, colhido cedo, tenro e com bastante carne) com presunto espanhol, trufas de verão e gaspacho de amêndoas. Embaixo: o amuse bouche (preferido da filha) de ostra fresca servida com mousse de foie gras; e a sobremesa de varias brincadeiras com chocolate.  Esse restaurante nos foi tão agradável que voltamos para um repeteco quando provei pombo pela primeira vez (não como muita carne mas gosto de provar tudo). Era noite e as fotos não fazem jus aos pratos mas o dito ‘Pithivier’ de pombo com cèpes e foie gras’, especialidade da casa, foi uma grata surpresa. E a torta de pistache com granité de framboesas e mousse de manjericão. Não, melhor não falar dela pois não quero nem pensar no que a filha é capaz de fazer para por suas mãozinhas de novo nessa sobremesa…

ohohoh

ohohoho

ahahahahahah

ahahaha

  • Arles, na fronteira entre a Provence e a Camargue, é uma das minhas cidades preferidas. Durante o Império Romano, Arles era uma das residências do Imperador e as ruinas, bem preservadas, abundam. Acho que em outra encarnação fui antropóloga ou arqueóloga, pois nada me deixa mais feliz do que visitar o anfiteatro ou as galerias subterrâneas datadas de antes de Jesus Cristo. Da época cristã da cidade, uma das coisas mais lindas são a Igreja e os claustros de Saint-Trophime. Os claustros em particular, construídos em duas etapas (XII século e XIV século), são considerados uma obra-prima de arquitetura pelo equilíbrio nas esculturas decorativas.
ahahah
ahahaha

  • Le Phébus, perto de Gordes, onde meu coração se abriu para o Mel de Chataignier, servido com queijo de cabra. É um mel forte, com perfume acentuado das castanhas, que casa perfeitamente com a leveza e a textura do queijo de cabra.

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  • Chegamos a Apt no dia de mercado. Bem, um momento de confissão: os mercados da Provence estão um tantinho assoberbados pelos turistas, o que gera intensa irritação da minha parte já que, aonde quer que eu esteja, me sinto local e olho para os turistas como, bem, turistas invadindo a minha praia. Sim, isso serve para qualquer lugar do Mundo. Eu sei, eu sei que sou tão turista quanto os outros mas uso minha coroa imaginaria e me sinto ‘local’. Mas como eu não consigo passar imune por um mercado de comida e obviamente, não consigo não comprar alguma coisinha irresistível aos meus olhos, enchi a sacola (reciclável) de cebolas incríveis, mel de chataignier (o mel de castanhas, meu mais novo amigo de infância) e tomates para o almoço. Depois passamos na Catedral de Sainte-Anne, que abriga o que seriam as relíquias de Santa Ana (mãe da Virgem Maria) para agradecer mais um dia lindo nas nossas vidas.
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ahahah

ahahah

  • Eu tinha me esquecido de como a Abbaye de Silvacane é mesmo linda. Das três abadias cistercienses da Provence, essa é a mais antiga, o inicio de sua construção datando de 1175. Os monges cistercienses obedeciam às regras de São Bento que prega a pureza do estado monástico pelo trabalho, a reza e a pobreza. Assim apesar de não haver nenhum texto especifico sobre arquitetura, os resultados são monastérios funcionais e totalmente desprovidos de ornamentação (que poderiam distrair os monges da reza). A beleza dessas construções resulta unicamente nos seus volumes, na harmonia na organização e alinhamento das pedras, e nos jogos de luzes nas raras aberturas (janelas). As esculturas são raras e não há vitrais.

ahahah

ahahah

  • Nossa boulangerie local, em Robion,  que ainda assa os pães no forno a lenha.  E um prato com céleri-rave (aipo-rabano em português),  preferido da mãe. E claro, o indefectível Champagne rosé.

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ahahah

  • Confesso que não tinha a menor intenção de conhecer Fontaine de Vaucluse mas a irmã tanto perturbou que dessa vez cedi as pressões. O que não faço pela família. Mas o lugar é mesmo lindo. Nos pés de uma incrível falésia de 230 metros e com o Castelo do Bispo de Cavaillon ao lado (viu, irmã, mais um sinal!), essa fonte é objeto de culto desde a Antiguidade e é uma das mais importantes do mundo. Ainda parcialmente explorada até -308 metros, a fonte dá origem ao Rio Sorgue.

ahaha

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  • Baux de Provence

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ahahah

  • A “Madeleine” da minha querida irmã.
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ahahah

  • Gordes
  • ahahah
  • ahahah

21 de julho de 2011

  • Umas das coisas boas da Europa é a proximidade dos lugares, o fato em algumas horas podemos estar em paisagens tão dispares quanto Paris e a Savoia. Chegamos em Aix-les-Bains com um convite para ouvir musica num concerto ao ar livre no Castelo de La Rupelle, em Brison St Innocent, pequeno village vizinho. O castelo é uma residência particular e os condes abriram as portas para um concerto no final do dia. Alias casal encantador que nos fez muito rir com histórias da tia, freira, que morou 30 anos em Marilia, estado de São Paulo. Vou admitir que a musica não estava lá grandes coisas, mas o lugar é deslumbrante, com uma vista memorável em cima do lago do Bourget, que nos leva até a Abbaye de Hautecombe. Esse antigo monastério cisterciano, aonde estão enterrados os membros da Casa Real da Savoia (adoro uma família Real) foi abandonado pelos monges em 1994 pois, como corre a fofoca em Aix, eles estariam cançados de ver mulheres de biquíni pelas janelas… Mas o monastério pode ser visitado e é um lugar lindo, lindo.

  • Em baixo do Castelo as vinhas tomam conta da paisagem. Alias os vinhos da Savoia tem recentemente,  crescido em popularidade e cotação, e não estou falando só da minha Chartreuse querida. Mais um motivo para se explorar mais esse meu cantinho da França.

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  • Acho que não tem nada melhor do que acordar cedo num lindo sábado e ir para o mercado se perder entre os queijos, fruitas e legumes. Melhor ainda quando a companhia é boa e eu estou em casa. Nesse inicio do mês de julho damascos, pêssegos, morangos e cerejas estão no pico da estação e meus queijos preferidos estão a um alcance perigoso.  Não existe nada melhor do que os queijos da Savoia. Pronto, falei. O meu preferido ainda é o Vacherin (queijo dos meses de inverno) mas uma excelente Tomme ou um Reblochon maduro são qualquer coisa de fascinante. E depois de alguns dias incríveis em Aix, não se espante se durante um mês após meu retorno ao Brasil, eu só comer em dias de feriados nacionais…

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  • Nada, nada mesmo, me lembra tanto minha avó quanto o Gateau de St Genix. Bem talvez os fins de noite tomando chá na cozinha, com as torradas e o vidro azul de geleia de morangos na mesa nas noites muito frias de inverno. E o som das suas pantufas no mármore da escada. Ela costumava comprar os bolinhos menores, com suas pralinés rosas e pedacinhos de açúcar brindando meus olhos.  Já tentei recria-los aqui no Brasil, inclusive com as pralinés rosas que trouxe da França mas as tentativas foram sempre em vão.  Tenho certeza que esse pão tem algo mágico nele.

20 de julho de 2011

“Ajouter deux lettres à Paris: c’est le Paradis” - Jules Renard (1864-1919)

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No Parc André Citroen, aonde um pequeno balão sobe a 150 metros de altitude para uma linda e diferente vista da cidade. Outra vista que eu adoro muitas vezes menosprezada em prol a Torre Eiffel, é do topo do Arco do Triunfo.  E os eternos ‘manèges’ que pipocam pela cidade e continuam a fazer a alegria, antes dos meus filhos (mais preocupados em amarrar seus  cadeados nas grades do Pont des Arts), e agora dos sobrinhos.

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Já deve ser de domínio publico que meu doce preferido é a Religieuse de café. Acho que conheço todas as boas (e péssimas) versões em Paris: dos grandes patissiers as pequenas pâtisseries de bairro, nenhum me escapa. Sou uma expert. E os mexilhões são do restaurante preferido dos filhos, o Léon de Bruxelles. Assim como para mim Paris é inconcebível sem Religieuse au café, para eles Paris tem que ter Léon e seus mexilhões.

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Berthillon, uma lenda, que justifica o passeio na Ile Saint-Louis por uma noite quente de verão.

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ohohjo

  • A Patisserie des Rêves, onde o Philippe Conticini faz uma linda re-leitura dos grandes clássicos franceses, incluindo o melhor Paris-Brest. Seguindo ordens precisas da atendente da loja, tive que esperar dez minutos antes de degustar meu Paris-Brest para ele ficar na temperatura perfeita o que significou ficar perambulando com meu triangulo pink pelas ruas.
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Place des Vosges, minha praça favorita, aonde se encontra um dos restaurantes preferidos do meu pai, o Ma Bourgogne, e algumas surpresas debaixo das arcadas, como o lindo Hotel de Sully.

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Tarte Infiniment Vanille, do grande Pierre Hermé. Um ‘tour de force’ em contrastes e texturas, usando três tipos de baunilha diferentes (Madagascar, Tahiti, e Mexico). Um pedacinho do paraíso e meu mais recente grande amor.

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Os dias de domingo podem ser tristes em Paris mas no Marais, as padarias e lojas de comida judaicas abrem com força total após o fechamento de praxe para o Shabbat.

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Le Musée Rodin

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E terminando a semana com um jantar delicioso na casa dos primos aonde os melhores melões da estação perfumavam toda a casa e os queijos incríveis incluíam um delicioso Brie de Melun, (que prefiro ao mais conhecido Brie de Meaux), e um Saint Felicien perfeito. No dia seguinte era hora de rumar a Aix-les-Bains, minha cidade natal e lugar aonde vivi alguns dos momentos mais felizes da minha infância.

5 de julho de 2011

  • Lendo os comentários sobre manteiga e margarina no post do Biscoito Amanteigado com Pedacinho de Chocolate, comecei a pensar sobre a relação complicada que temos com comida. Quer dizer, evitamos doces como se estes fossem uma praga, mas comemos comidas rápidas e embutidas, pulamos o café da manhã e almoçamos correndo. E jantares na frente da televisão não são inusitados. Uma grande parte das crianças não reconhecem legumes nem verduras, nunca foram numa feira de rua ou mercado hortigranjeiro, e o pior, não participa do preparo da comida em suas casas. Alias, para mim, pessoalmente, o pior é ver os adultos se vangloriarem de não saber ‘nem fritar ovo’.
  • Não estou falando de saber cozinhar sempre, ou saber fazer pratos complicados e requintados. Estou apenas falando de saber se virar um pouco para não ficar na dependência de comidas de restaurantes, comidas processadas e cheias de conservantes. Por isso acho importantíssima a participação e introdução das crianças desde cedo na cozinha das nossas casas. É importante também eles aprenderem a distinguir uma abobrinha de um chuchu, a reconhecer uma berinjela , a saber que frituras não são legais e doces são eventuais (mas não são prêmios) e que é divertido provar de tudo.
  • E não podemos assumir que o paladar dos filhos é igual ao nosso: não somos idênticos, eles são pessoas únicas com personalidades próprias e gostos individuais.  Por isso é tão importante mantermos a cabeça aberta, oferecendo sempre coisas diferentes, que nos façam sair da nossa zona de conforto.  Por isso eu não acredito em pratos especiais para crianças. Em restaurantes e em casa, meus filhos desde muito pequenos sempre comeram comida de ‘adulto’ (com um pouco menos de pimenta ou tirando o álcool, etc.).
  • Precisamos fazer das refeições, momentos de conversa, compartilhamento, uma hora para contar um caso, falar do dia, ou jogar conversa fora. Sem celulares, telefones, televisão ou qualquer outro objeto eletrônico ainda a ser inventado. E vamos levar as crianças às feiras de rua, vamos arrasta-los ao mercado e, sobretudo, vamos inclui-los no processo todo, de uma forma divertida, interessante e educacional.
  • Esse bolinho foi feito para minha filha que come morangos por caixa, ama mexilhão e funghi, acha que tudo fica melhor com vinagre balsâmico e, ao contrario de mim, adora chocolate branco.
  • Receita da revista Delicious de junho
  • Rende aproximadamente 20 bolinhos pequenos, ou 12 a 14 do tamanho clássico de ‘cupcakes’.
  • ingredientes

  • 2 ¾ copos de farinha de trigo (380 gramas)
  • ½ + 1/3 copo de açúcar mascavo (escolha um açúcar bem claro), bem apertado no copo, ou 150 gramas
  • 1 ½ colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 3 colheres de chá de fermento em pó
  • 250 gramas de chocolate branco (1 ½ copos do chocolate bem picadinho)
  • ½ colher de chá de sal
  • 3 ovos grandes
  • 150 gramas de manteiga sem sal, derretida e à temperatura ambiente
  • ¾ copo de iogurte natural
  • 2 colheres de sopa de leite
  • 12 a 20 morangos pequenos
  • Açúcar cristal, opcional
  • modo de preparo

  • 1. Pré-aqueça o forno a 200°C. Prepare as formas dos bolinhos com a forma de papel apropriada. Eu uso uma forma de alumínio de pão de mel, o que faz com que os bolinhos fiquem menores do que os ‘cupcakes’ clássicos.
  • 2. numa vasilha grande, misture a farinha, o açúcar mascavo, o bicarbonato de sódio, o fermento em pó, o chocolate bem picado e o sal. Misture bem para que os pedaços de chocolate fiquem bem envoltos dos ingredientes secos, reduzindo a possibilidade deles afundarem no fundo da massa.
  • 3. Na vasilha da batedeira, ponha os ovos, a manteiga derretida, o iogurte e o leite. Bata em velocidade média por 1 ou 2 minutos. Pare a batedeira e adicione de uma só vez, todos os secos. Não se preocupe em deixar a massa muito uniforme; é importante não mexer demais nela depois de acrescentar os secos para não perder a textura aerada da massa.
  • 4. Divida a massa entre as forminhas preparadas. Encha cada forminha até 1 centímetro da borda.  Lave e seque bem os morangos. Retire os cabinhos; Um por um, afunde com cuidado um morango em casa bolinho.  E seguida, com uma colher, cubra o bolinho com um pouco da massa. Procure não deixar nenhum pedaço do morango aparecendo. Em seguida, se você quiser, salpique açúcar cristal em cima dos bolinhos para uma leve camada crocante.
  • 5. Leve ao forno por 25 minutos ou até estarem dourados e a faca sair seca do bolinho. Atenção para não confundir a umidade do morango com a umidade da massa. Retire do forno e deixe esfriar em cima de uma grelha. Assim que conseguir manipular as formas quentes, retire as forminhas com os bolinhos e deixe acabar de esfriar em cima de uma grelha.

Outra Boa Idéia: Bolinho de Limão e Castanhas Do Pará