simplesmente delícia

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21 de setembro de 2011

  • Me parece que volta e meia tenho falado da meteorologia aqui. Isto é, das oscilações de temperatura aqui na minha querida cidade do Rio de Janeiro. Mas eu não deveria me queixar pois de uma forma geral, o nosso inverno tem sido delicioso - confesso que não tenho saudade alguma do calor que assola essa cidade nos meses de alto verão e que irá chegar em breve. Mas é inevitável e para introduzir aos poucos a ideia do dito cataclismo climático (no meu vocabulário), dia 23 é o equinócio de primavera. Aqui no Rio e no Brasil de uma forma geral, não é uma mudança tão grande quanto no hemisfério norte, quando oficialmente acaba o verão e começa o frio mas serve para nos preparar para a nossa estação mais quente, quando tudo fica , pelo menos para mim, um pouco mais devagar, quando muitas crianças entram de férias, quando minha cidade fica repleta de turistas, quando passamos a esquecer das sopas para comer saladas e quando os finais de semana são passados entre a praia e a procura da sombra.
  • ahaha
  • ahaha
  • Como boa canceriana, tenho que confessar que não sou fã de grandes mudanças mas elas são importantes -além de inevitáveis- para fazer nosso Mundo girar e nossa vida mudar. O melhor então é respirar fundo, abraça-las, aproveitar para sair da nossa zona de conforto e começar a viver.  E essa é uma boa hora para fazermos pequenos gestos novos, mínimas mudanças nas nossas vidas para sacudir um pouco o status quo. Às vezes uma planta nova em casa, uma almofada nova no sofá, um tempero diferente na cozinha, e tudo parece ficar mais colorido. Ou um esporte novo, um curso sobre um assunto que te interessa- eu sei que muita gente não gosta de ir sozinho a aulas e cursos, mas a grande maioria das pessoas nesses lugares está mesmo sozinha! Pode não parecer mas até um livro diferente, um autor novo, abre novos horizontes e nos faz ver coisas sobre outro prisma.  Ou pense em começar um trabalho voluntario para alguma organização: há uma infinita quantidade de crianças, idosos e animais precisando de ajuda.  Apesar de achar que o trabalho voluntário é extremamente egoísta, já que no final das contas, o resultado é que ME faz feliz e satisfeita, os benefícios são dos dois lados.
  • ahahaha
  • Pensando assim, semana passada eu inovei no corte de  cabelo (estou adorando estar de franja!) e arrumei meus armários. Bem, outro momento de confissão:  sempre que começo a missão ‘Arrumar Armario’, acabo percebendo o acumulo de coisas desnecessárias, vejo como o tempo passa rápido demais (acabei de encontrar um sapatinho de criança da minha filha que agora está mais interessada em saltos absurdos que a deixam dez centímetros mais alta do que eu), e como nos prendemos com toda a força ao passado.  Dessa vez, animada com minha firme resolução em limpar-limpar-limpar além de ter tirado roupas que não uso mais (e serão doadas), também mudei as coisas de lugar. E me inscrevi num curso que queria fazer a muito tempo e há muito tempo ficava arrumando desculpas para não fazer.
  • ahahaha
  • ahahahah
  • E não, essa massa não é nova no cardápio e não tem nenhum ingrediente diferente aqui. Mas talvez ela sirva para abrir outros horizontes por aí?
  • ahahah
  • Na hora que tirei a foto principal do prato feito, esqueci de mexer na massa e o molho ficou todo no fundo do prato. Portanto pode não parecer, mas tem bastante molho! Eu adaptei essa receita de uma revista americana, a COOK’s Country - Serve 2 ou 3 pessoas
ahah

    ingredientes

  • 250 a 300 gramas de spaguetti ou linguini
  • 3 colheres de sopa de azeite
  • 2 dentes de alho
  • 1 pitada de pimenta calabresa (opcional mas uma delicia!)
  • 250 gramas de queijo cottage
  • ½ copo de queijo parmesão (porfavorpeloamordedeus, não use aquele produto que já vem ralado no saquinho!)
  • ½ copo de agua ou caldo de legumes
  • ½ copo de folhas de manjericão fresco
  • 200 gramas de folhas de espinafre fresco (aproximadamente 2/3 de um molho)
  • ½ copo de salsinha (opcional)
  • modo de preparo

  • 1.       Ponha agua numa panela grande para ferver com sal e 1 colher de sopa de azeite. Quando ela estiver fervendo, jogue a massa e ligue o cronometro assim que a agua voltar a borbulhar.  Arme o cronometro para apitar com 2 minutos a menos do tempo necessário para a massa estar pronta (al dente).  Como ela ainda vai para a frigideira com o molho, não queremos que a massa passe do ponto.
  • 2.       Enquanto a massa cozinha, numa frigideira grande, aqueça 2 colheres de sopa de azeite. Acrescente os dentes de alho picados (eu sempre tiro o germe do alho) e a pimenta calabresa. Doure levemente o alho e junte imediatamente o queijo cottage, o queijo parmesão e o ½ copo de agua (ou caldo de legumes). Mexa bem com uma espátula. Eu gosto de usar um blender para triturar bem os ‘caroços’ do cottage e tornar o creme mais liso. Se você não tiver um blender, triture o molho todo no liquidificador ou passe somente o cottage  no liquidificador.
  • 3.       Em seguida junte o manjericão. Mexa mais um pouco. Nesse ponto a massa deve estar quase pronta. Quando o cronometro apitar, escorra a massa, guardando ½ a 1 copo de liquido de cozimento da massa na panela (isso é uma dica boa para se fazer todas as vezes). Junte a massa escorrida ao molho de cottage e misture bem (deixe o liquido de cozimento na panela). Verifique que as folhas de espinafre não estão grandes demais, e se for o caso, pique-as grosseiramente. Pode parecer muito espinafre mais ele vai minguar na panela. Adicione as folhas de espinafre na massa e mexa com cuidado um ou dois minutos até elas minguarem no molho.
  • 4.       Quando o espinafre estiver todo incorporado à massa, cheque para ver se precisa de mais liquido. Se precisar, use um pouco ou toda, a agua do cozimento da massa que reservamos na panela.  Cheque o sal e a pimenta, salpique da salsinha picada e sirva imediatamente.
Outras Boas Idéias:  Massa com Legumes Grelhados e Agrião e Massa com Molho Trapanese

21 de abril de 2011

  • É claro que depois de tanto tempo ausente eu podia voltar com pelo menos um post com uma foto linda. Mas confesso que não esperava tanto desse molho de camarão e alho, num dia corrido de trabalho, de uma semana comum.  E por isso a única foto foi feita na cozinha a noite sem flash.
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  • Vamos combinar quem não tem nada revolucionário aqui. O único segredo do prato é descobrir a quantidade certa de alho que perfume os camarões sem ofusca-los. Eu não sou muito fã das versões alho e óleo, mas essa massa é leve e muito perfumada. O molho fica cremoso graças à (pouca) farinha mas não leva uma gota se quer de creme de leite o que torna tudo mais ‘caloricamente correto’ . Ok, é verdade que a manteiga no final não ajuda a causa daqueles que só comem em feriados nacionais mas ela garante uma cremosidade ao creme deliciosa.
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  • ingredientes

  • 300 gramas de camarões limpos (aproximadamente 500 gramas de camarão com casca)
  • 3 dentes de alho grandes
  • 5 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 2 colheres de sobremesa de farinha de trigo
  • ¾ a 1 copo de caldo de legumes ou agua quente
  • ½ copo de vinho branco
  • ½ copo de salsa picada
  • 1 colher de sopa de manteiga
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  • modo de preparo

  • 1. Ponha os camarões limpos numa vasilha. Pique bem finamente 1 dente de alho e junte ao camarão. Adicione 1 colher de sopa de azeite e sal, e deixe os camarões marinarem em temperatura ambiente pelo menos 20 minutos. Se quiser deixar mais tempo, cubra a vasilha e leve a geladeira. Deixe os camarões voltarem à temperatura ambiente antes de prosseguir.
  • 2. Pegue uma frigideira grande e ponha nela 2 colheres de sopa de azeite. Quando o óleo estiver quente, ponha os camarões com sua marinada. Deixe dourar 1 minuto de cada lado. Não deixe cozinhar demais pois o camarão fica farinhento! São 2 minutos, cronometrados no relógio! Retire do fogo e Despeje os camarões e qualquer liquido que tiver acumulado numa vasilha. Reserve.
  • 3. Volte a frigideira ao fogo e junte mais 2 colheres de azeite. Enquanto o azeite esquenta, fatie os 2 dentes de alho restantes. Doure os levemente no azeite. Junte a farinha de trigo, mexa com uma espátula e adicione o vinho branco. Mexa bem com um fouet por 1 minuto antes de juntar ¾ de copo de caldo de camarão ou agua quente.
  • 4. Deixe ferver mexendo sempre por mais 2 minutos. Junte então a salsa bem picada, e mexa por mais 1 minuto. Se necessário, adicione mais ¼ copo de caldo de camarões. Volte o camarão para frigideira, dê uma mexida rápida só para esquenta-los, ajuste o sal e a pimenta,  e retire do fogo.
  • 5. Fora do fogo, junte a manteiga e tempere com sal e pimenta. Sirva imediatamente com massa de sua escolha. Esse molho é muito rápido de fazer e você pode prepara-lo enquanto a massa cozinha.

Outras Boas IdeiasRisoto de Abobora e Camarões e Torta de Alho-Poro e Camarões

15 de março de 2011

  • Eu não canso de me surpreender com a complexidade da genética humana. Quer dizer, se for acreditar em tudo que ouvimos por ai, podemos culpar nossa herança genética por tudo, ou quase tudo: desde o mau humor (meu pai, aparentemente) até minha predisposição a  não ter cabelos brancos (obrigada mamãe) passando pelo  meu gosto por musica caipira (aparentemente meu pai Francês também é culpado aqui). Por isso  estou à procura de uma explicação razoável pelo profundo desgosto que meu filho tem por qualquer coisa acida na comida.  
  • Isto porque ele tem uma mãe que adoro espirrar um limão em quase tudo, e uma irmã que acha que vinagre balsâmico é condimento assim como sal e pimenta. Se alguém pode me explicar esse enigma, vou adorar ouvir. E aproveitando também gostaria de entender o porquê da aversão do mesmo filho a frutas. Sim, todas elas. Mas acho que aqui pelo menos eu posso jogar  a culpa no lado de lá da dupla genitora. 
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  • Ainda não resolvi se achei melhor ele não estar aqui quando servi essa massa (para me poupar do Muro das Lamentações) ou se talvez essa fosse a oportunidade para ele “virar a casaca” pois o perfume de limão nessa massa é claro e límpido porem ao mesmo tempo  sutil. Tão fácil de fazer e tão elegante, essa massa pode ser servida acompanhando um peixe ou um frango, mas ela fica perfeita servida sozinha também.
  • Eu fiz um pouco de manjericão crocante para alegrar o prato mas é totalmente opcional aqui.
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  •  Nessa receita, o limão siciliano é mais interessante do que o nosso limão verde
  • ingredientes

  • ¼ copo de manjericão picado
  • 2 colheres de sopa de manteiga sem sal
  • 2 colheres de sopa + 2 colheres de chá de suco de limão siciliano
  • ½ colher de sopa de casca de limão siciliano ralado
  • ¼ copo de caldo de legumes
  • 1 copo de creme de leite fresco
  • Sal e pimenta caiena
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  • Opcional:
  • 1 copo de folhas de manjericão
  • óleo
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  • modo de preparo

  • 1. Numa pequena panela, derreta a manteiga em fogo médio. Adicione o manjericão picado e refogue 2 a 3 minutos até começar a perfumar a cozinha, misturando com uma espátula. Diminua o fogo e adicione o suco de limão: deixe ferver por uns 2 a 3 minutos e junte o caldo de legumes. Ferva o caldo de legumes também por uns 3 minutos.
  • 2. Adicione então o creme de leite e as raspas de limão. Deixe o creme reduzir um pouco e engrossar: isso pode levar alguns minutos- bem, algo como 4 ou 5 minutos… Tempere com sal e pimenta caiena e derrame na massa quente. Sirva com acompanhado de queijo parmesão.
  • 3. Se você quiser fazer as folhas de manjericão crocantes: Lave as folhas de manjericão e seque-as bem. Isso deve ser bem feito para minimizar os respingos de gordura na hora que formos fritar as folhas. Numa panela media, esquente o equivalente a 3 dedos de óleo. Deixe o óleo ficar bem quente. Ponha uma luva térmica poderosa, pegue um punhado de folhas com as mãos na luva, e jogue o manjericão no óleo quente. Muito cuidado nessa hora pois o óleo vai borbulhar forte e respingar. Não venham me dizer que eu não avisei!
  • 4. Ligue rápido o cronometro e frite as folhas por 1 minuto. Retire com uma escumadeira e ponha as folhas para secar num prato forrado com varias folhas de papel-absorvente. Frite o resto do manjericão da mesma forma. As folhas de manjericão crocantes podem ser preparadas até 1 hora antes. Salpique-as por cima da massa com molho. Sirva imediatamente.

Outras Boas Ideias: Bolo de Limão, um Classico e Spaghetti com Molho de Salsinha e Nozes

10 de dezembro de 2010

  • Tem muito poucas coisas sem as quais o ser humano não consegue viver. Afinal de contas, durante centenas de anos não tínhamos celulares, I-pad’s, bicicletas ergométricas ou shampoos milagrosos com perfume de romã. Mas uma vida sem macarrão me parece bem complicada.  Claro que eu tenho certeza que herdei algum gen defeituoso do meu pai - que é conhecido por fazer macarrão com molho de tomate madrugada adentro - mas a verdade é que é mesmo muito pratico: em 10 minutos, com um fio de azeite extra-virgem, um bom queijo ralado e um copo de vinho e eu sou de novo uma pessoa feliz.
  • Mas agora no verão, massa quente não estava na minha lista de prioridades até que me lembrei deste pesto a base de tomate, conhecido como Trapanese. Não tem muito mistério: o tomate tem que estar muito maduro, muito perfumado e sem pele. As amêndoas também, já que a pele desta dá um amargo não muito gentil a esse prato tão elegante. E procure não triturar muito as amêndoas pois a textura do molho é um dos charmes desse prato. Esse molho fica delicioso acompanhando peixes e lulas grelhados, mas também imagino que deva ficar incrível com berinjela e abobrinhas assadas com um fio de azeite.

  • Sirva sempre o Pesto Trapanese à temperatura ambiente mas deixe guardado na geladeira.
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  • ingredientes

  • 6 tomates, bem maduros
  • 100 gramas de amêndoas com pele, ou amêndoas laminadas (1 copo raso aproximadamente)
  • 1 colher de azeite de oliva extra-virgem
  • 1 copo de folhas de manjericão
  • 3 dentes de alho
  • 1 boa pitada de sal
  • 70 ml de azeite de oliva extra-virgem
  • 1 ou 2 colheres de sobremesa de vinagre balsâmico
  • 1 punhado de tomates-cereja (opcional),  rapidamente salteados em 1 colher de azeite

 

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  • modo de preparo

  • 1. Ponha uma panela de água grande par ferver. Quando a água estiver borbulhando, mergulhe os tomates. Ferva-os até abrir a pele: isso pode levar alguns segundos como 1 minuto, tudo vai depender do frescor do tomate. Mas assim que abrir a pele, retire os tomates com uma escumadeira e ponha numa escorredor. É importante vigiar de perto pois não queremos cozinhar os tomates! Assim que abrir a pele, tire correndo os tomates da água fervendo!

  • 2. Quando tiver retirado todos os tomates da água fervente, deixe a água voltar a ferver e jogue as amêndoas. Ferva-as por 1 minuto, e despeje-as numa peneira. Assim que puder manuseá-las, retire as peles. Reserve. Se você usar as amêndoas laminadas, não precisa ferver e tirar e pele mas a consistência do pesto fica um pouco mais fina.
  • 3. Numa frigideira media, esquente a colher de azeite. Adicione as amêndoas sem pele e mexa com uma espátula até estarem levemente douradas. Reserve. Tire as peles dos tomates, corte-os e retire as sementes e todos os líquidos (não vamos usar as sementes e os líqüidos). Deixe os tomates partidos numa peneira para continuar drenando até usarmos.

  • 4. Ponha os dentes de alho (eu gosto de tirar o germe do alho quando vou usá-lo cru), o sal e o manjericão na vasilha do processador. Pulse até estar tudo bem picadinho. Retire da vasilha e reserve. Ponha agora as amêndoas tostadas na vasilha do processador e processe aos poucos, até formar pedaços pequenos- mas cuidado para não deixar virar uma farinha pois ainda vamos processar mais um pouco adiante. Pare o processador, adicione os tomates, os 70 ml de azeite e o manjericão previamente triturado. Usando o botão do pulse, triture aos poucos para não passar do ponto. Queremos um pesto com bastante textura.
  • 5. Pare o processador, ajuste o sal, adicione pimenta do reino (eu uso pouca aqui) e o vinagre balsâmico. Dê mais um pulse no processador para juntar tudo, e reserve em temperatura ambiente se for usar nas próximas horas. Se não, guarde na geladeira e deixe voltar à temperatura ambiente antes de prosseguir.
  • 6. Cozinhe o macarrão em muita água salgada, al dente. Escorra e imediatamente misture com o pesto. Sirva imediatamente ou à temperatura ambiente.
  • 7. Eu servi com os tomatinhos cereja, partidos em 2, e levemente salteados em um pouco de azeite.

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15 de junho de 2010

  • O nhoque é mais uns desses pratos do quais muitos fogem. É verdade que existem muitas variações duras e ressecadas por aí e eu acho que isso só faz afastar as pessoas ainda mais de um prato que é na realidade, muito fácil. O que faz a diferença no nhoque são as batatas. Como explica a grande Marcela Hazan, as batatas grandes para assar são farinhentas, e as muito novas, são muito úmidas, o que faz com que o nhoque desmorone ao ser cozido. A única batata confiável é mais ou menos redonda, do tipo comum, de tamanho médio, de casca amarela. E na hora do prepar, acabe de adicionar a farinha aos poucos pois algumas batatas absorvem menos farinha do que outras.  
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  • Quando você estiver um ás em fazer rolinhos e cortar nhoques, vai entender o quão fácil são de fazer. Aí vai surgir um monte de possibilidades de pratos diferentes: molhos incríveis e combinações deliciosas. Experimente como um simples molho de tomates e manjericão ou essa versão, leve e perfumada, com milho e cogumelos.
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  • Essa receita é inspirada numa receita do livro da incrível Suzane Goin, Sunday Supper at Lucques, do restaurante do mesmo nome em Los Angeles.
  • ingredientes

  • 1,300 kg de batatas de casca amarela
  • 3 xícaras de farinha de trigo, aproximadamente
  • 1 copo de farelo de pão, da melhor qualidade, ou alguma farinha grossa de sua preferência *
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 300 gramas de cogumelos frescos (pode-se mitusturar varios tipos!)
  • 1 lata de milho doce, preferencialmente importada, escorrida
  • 1 colher de sopa de tomilho fresco
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 4 colheres de sopa de manteiga
  • Sal e pimenta do reino
  • modo de preparo

  • 1. Comece com antecedência, preparando os nhoques: Numa panela grande, ponha as batatas e cubra com bastante água. Leve ao fogo médio e ferva até as batatas estarem tenras. Evite espetar as batatas demais para elas não ficarem encharcadas; quando estiverem tenras, escorra-as e retire as peles com as batatas ainda mornas. Em seguida, sempre com as batatas mornas, passe pelo processador manual para fazer um purê.
  • 2. Adicione quase toda a farinha de uma vez (uns 2 ½ copos) e trabalhe a massa com as mãos. Algumas batatas absorvem mais ou menos farinha que as outras por isso é importante ir adicionando o restante da farinha aos poucos (quanto mais farinha, mais massudo fica o nhoque). Queremos uma massa macia e levemente grudenta. Cubra com um pano para não secar .
  • 3. Enquanto isso, polvilhe uma superfície de farinha de trigo. Divida a massa em 4, e deixe 3 partes cobertas com o pano. Com a parte que iremos trabalhar, faça uma lingüiça de aproximadamente 2,5 cm e corte em pedaços iguais, na diagonal. À medida que vai cortando, ponha os nhoques num tabuleiro polvilhado de farinha. Quando estiverem todos cortados, com um garfo, faça uma marca em cada nhoque: é importante para o molho ter uma superfície para se agarrar! Cubra então livremente com um pano até a hora de cozinhá-los. Eles podem ser preparados com varias horas de antecedência e cozidos quando forem ser servidos.
  • 4. Pré-aqueça o forno a 180°C. Ponha o farelo de pão numa vasilha e acrescente as 2 colheres de sopa de azeite e misture bem. Ponha num tabuleiro, espalhando bem, e leve ao forno por 8 a 10 minutos, ou até ficar bem doirado. Retire do forno e reserve.
  • 5. Pique os cogumelos frescos em fatias. Numa frigideira grande, adicione 2 colheres de sopa de azeite. Quando o azeite estiver quente, adicione 1 colher de sopa de manteiga. Quando a manteiga começar a fervilhar, junte os cogumelos, ½ colher de sopa de tomilho fresco, uma pitada de sal, e pimenta do reino a gosto. Refogue os cogumelos por uns 5 minutos, até estarem tenros porem ainda firmes. Retire os cogumelos da frigideira , ponha numa vasilha e volte à frigideira para o fogo.
  • 6. Esquente a frigideira de novo e adicione 3 colheres de sopa de manteiga. Cozinhe 1 ou 2 minutos até a manteiga começar a dourar. Adicione então o milho, ½ colher de sopa de tomilho fresco, 1 pitada de sal e pimenta do reino. Refogue por 2 minutos, até o milho estar bem envolto da manteiga e do tomilho. Desligue o fogo, junte os cogumelos, e reserve enquanto cozinha os nhoques.
  • 7. Quando for cozinhá-los, encha uma panela bem grande , com bastante água. Salgue a água generosamente. Quando a água estiver fervendo, ponha uns 2 ou 3 nhoques. Assim que tiverem subido a superfície, retire-os e prove: se estiverem com gosto de farinha, você vai ter que cozinhá-los mais alguns segundos (5 segundos!). Se estiverem se desmanchando, você vai ter que retirar os nhoques um pouco antes. Agora com cuidado ponha uma parte dos nhoques. Eu prefiro por uns 20 no maximo de cada vez e recomeçar a operação até cozinhá-los todos. Assim que puser os nhoques na água, eles irão afundar. Logo logo irão subir a superfície: conte então 10 segundos e retire-os com uma escumadeira. Ponha os nhoques num pirex levemente untado com azeite de oliva e cubra com papel alumínio até todos estarem cozidos.
  • 8. Quando todos os nhoques estiverem cozidos, esquente rapidamente os legumes e derrame por cima dos nhoques. Misture com cuidado. Polvilhe com o farelo de pão tostado e sirva imediatamente.

* Eu usei dessa vez uma deliciosa farinha que a sogra da minha irmã me manda de Brasilia! Não sei nada sobre ela portanto se alguem tiver mais informaçoes, vou adorar!

Outra Boa Idéia: Pizza de Mozzarella e Manjericão (tipo Pan-Pizza) 

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