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15 de junho de 2010

  • O nhoque é mais uns desses pratos do quais muitos fogem. É verdade que existem muitas variações duras e ressecadas por aí e eu acho que isso só faz afastar as pessoas ainda mais de um prato que é na realidade, muito fácil. O que faz a diferença no nhoque são as batatas. Como explica a grande Marcela Hazan, as batatas grandes para assar são farinhentas, e as muito novas, são muito úmidas, o que faz com que o nhoque desmorone ao ser cozido. A única batata confiável é mais ou menos redonda, do tipo comum, de tamanho médio, de casca amarela. E na hora do prepar, acabe de adicionar a farinha aos poucos pois algumas batatas absorvem menos farinha do que outras.  
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  • Quando você estiver um ás em fazer rolinhos e cortar nhoques, vai entender o quão fácil são de fazer. Aí vai surgir um monte de possibilidades de pratos diferentes: molhos incríveis e combinações deliciosas. Experimente como um simples molho de tomates e manjericão ou essa versão, leve e perfumada, com milho e cogumelos.
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  • Essa receita é inspirada numa receita do livro da incrível Suzane Goin, Sunday Supper at Lucques, do restaurante do mesmo nome em Los Angeles.
  • ingredientes

  • 1,300 kg de batatas de casca amarela
  • 3 xícaras de farinha de trigo, aproximadamente
  • 1 copo de farelo de pão, da melhor qualidade, ou alguma farinha grossa de sua preferência *
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 300 gramas de cogumelos frescos (pode-se mitusturar varios tipos!)
  • 1 lata de milho doce, preferencialmente importada, escorrida
  • 1 colher de sopa de tomilho fresco
  • 3 colheres de sopa de azeite de oliva
  • 4 colheres de sopa de manteiga
  • Sal e pimenta do reino
  • modo de preparo

  • 1. Comece com antecedência, preparando os nhoques: Numa panela grande, ponha as batatas e cubra com bastante água. Leve ao fogo médio e ferva até as batatas estarem tenras. Evite espetar as batatas demais para elas não ficarem encharcadas; quando estiverem tenras, escorra-as e retire as peles com as batatas ainda mornas. Em seguida, sempre com as batatas mornas, passe pelo processador manual para fazer um purê.
  • 2. Adicione quase toda a farinha de uma vez (uns 2 ½ copos) e trabalhe a massa com as mãos. Algumas batatas absorvem mais ou menos farinha que as outras por isso é importante ir adicionando o restante da farinha aos poucos (quanto mais farinha, mais massudo fica o nhoque). Queremos uma massa macia e levemente grudenta. Cubra com um pano para não secar .
  • 3. Enquanto isso, polvilhe uma superfície de farinha de trigo. Divida a massa em 4, e deixe 3 partes cobertas com o pano. Com a parte que iremos trabalhar, faça uma lingüiça de aproximadamente 2,5 cm e corte em pedaços iguais, na diagonal. À medida que vai cortando, ponha os nhoques num tabuleiro polvilhado de farinha. Quando estiverem todos cortados, com um garfo, faça uma marca em cada nhoque: é importante para o molho ter uma superfície para se agarrar! Cubra então livremente com um pano até a hora de cozinhá-los. Eles podem ser preparados com varias horas de antecedência e cozidos quando forem ser servidos.
  • 4. Pré-aqueça o forno a 180°C. Ponha o farelo de pão numa vasilha e acrescente as 2 colheres de sopa de azeite e misture bem. Ponha num tabuleiro, espalhando bem, e leve ao forno por 8 a 10 minutos, ou até ficar bem doirado. Retire do forno e reserve.
  • 5. Pique os cogumelos frescos em fatias. Numa frigideira grande, adicione 2 colheres de sopa de azeite. Quando o azeite estiver quente, adicione 1 colher de sopa de manteiga. Quando a manteiga começar a fervilhar, junte os cogumelos, ½ colher de sopa de tomilho fresco, uma pitada de sal, e pimenta do reino a gosto. Refogue os cogumelos por uns 5 minutos, até estarem tenros porem ainda firmes. Retire os cogumelos da frigideira , ponha numa vasilha e volte à frigideira para o fogo.
  • 6. Esquente a frigideira de novo e adicione 3 colheres de sopa de manteiga. Cozinhe 1 ou 2 minutos até a manteiga começar a dourar. Adicione então o milho, ½ colher de sopa de tomilho fresco, 1 pitada de sal e pimenta do reino. Refogue por 2 minutos, até o milho estar bem envolto da manteiga e do tomilho. Desligue o fogo, junte os cogumelos, e reserve enquanto cozinha os nhoques.
  • 7. Quando for cozinhá-los, encha uma panela bem grande , com bastante água. Salgue a água generosamente. Quando a água estiver fervendo, ponha uns 2 ou 3 nhoques. Assim que tiverem subido a superfície, retire-os e prove: se estiverem com gosto de farinha, você vai ter que cozinhá-los mais alguns segundos (5 segundos!). Se estiverem se desmanchando, você vai ter que retirar os nhoques um pouco antes. Agora com cuidado ponha uma parte dos nhoques. Eu prefiro por uns 20 no maximo de cada vez e recomeçar a operação até cozinhá-los todos. Assim que puser os nhoques na água, eles irão afundar. Logo logo irão subir a superfície: conte então 10 segundos e retire-os com uma escumadeira. Ponha os nhoques num pirex levemente untado com azeite de oliva e cubra com papel alumínio até todos estarem cozidos.
  • 8. Quando todos os nhoques estiverem cozidos, esquente rapidamente os legumes e derrame por cima dos nhoques. Misture com cuidado. Polvilhe com o farelo de pão tostado e sirva imediatamente.

* Eu usei dessa vez uma deliciosa farinha que a sogra da minha irmã me manda de Brasilia! Não sei nada sobre ela portanto se alguem tiver mais informaçoes, vou adorar!

Outra Boa Idéia: Pizza de Mozzarella e Manjericão (tipo Pan-Pizza) 

5 de abril de 2010

  • Quando eu olho para as receitas aqui do Simplesmente Delicia, algumas coisas me chamam a atenção. Umas são obvias: eu tenho um carinho muito especial por doces, eu AMO chocolate, e adoro caramelo.  Outras são claras para mim mas talvez menos claras para vocês. Eu como pouquíssima carne vermelha. Fui vegetariana muitos anos e agora, até gosto de um bom frango de granja (orgânico sempre), um lindo gigot d’agneau (pernil de cordeiro) e do perfume do bacon.  Mas de uma forma geral, carnes não são uma prioridade na minha cozinha. Outra coisa que eu tenho percebido é que meu amor por ervas não pára de aumentar. Sempre tenho a sensação de que elas têm o potencial de alavancar um prato de uma forma formidável. E essa massa é exatamente isso. A massa com os legumes grelhados não é exatamente uma novidade, mas o agrião, o manjericão e o tomilho frescos dão um toque todo especial ao prato.
  • Eu servi essa massa num jantar para amigos queridos, acompanhando o frango com zaatar. De entrada ,uma salada com caqui e rúcula e vinagrete de amêndoas. Mas eu ainda acho que essa massa é uma refeição completa e cheia de sabor até mesmo sem o frango. Você pode inclusive variar os legumes: berinjelas e pimentões grelhados ficam uma delicia!
  • Serve 6 pessoas
  • ingredientes

  • 2 colheres de sopa de azeite de oliva extra-virgem
  • 2 colheres de sopa de vinagre balsâmico
  • 3 abobrinhas
  • 400 gramas cogumelos de Paris
  • 1/3 de copo de tomates secos no azeite
  • 1/2 copo de manjericão fresco
  • 1 molho de agrião, só as folhas
  • 2 colheres de sopa de alecrim fresco
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  • ¼ copo de vinagre balsâmico
  • ½ copo de azeite de oliva extra-virgem
  • Suco de 1 limão
  • Sal e pimenta do reino
  • 500 gramas de massa, pequen (eu usei pennette)
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  • modo de preparo

  • 1.  Numa pequena vasilha, misture as 2 colheres de azeite com as 2 colheres de vinagre balsâmico. Corte as abobrinhas no comprimento, em fatias de 1 cm de espessura.  Fatie os cogumelos. Pincele as abobrinhas e os cogumelos fatiados com um pouco da mistura de azeite e vinagre. 
  • 2. Esquente o grill untando-o com um pouquinho de óleo ou azeite. Quando o grill estiver bem quente, grelhe as fatias de abobrinhas, sem deixar elas se sobreporem, até estarem douradas. Não deixe grelhar demais pois queremos elas crocantes. Quando as abobrinhas estiverem grelhadas, retire do grill e corte em fatias grossas, na diagonal. Grelhe os cogumelos. Depois que estiver tudo grelhado, ponha numa mesma vasilha e reserve.
  • 3.  Corte os tomates secos em pedaços grandes e junte-os aos legumes gralhados. Lave o agrião, separando as folhas, seque e reserve. Faça o mesmo com o manjericão e o tomilho.
  • 4. Numa vasilha, ponha o ¼ copo de vinagre balsâmico. Tempere com sal e pimenta, e o suco do limão. Misture bem. Acrescente o azeite mexendo bem com um garfo. Eu gosto de fazer isso dentro de um pote com tampa assim fica mais fácil de emulsionar o molho.  Reserve.
  • 5. Cozinhe a massa em bastante água salgada. Quando estiver al dente, escorra e rapidamente misture os legumes grelhados, os verdes (agrião, manjericão, e tomilho) e o molho.  Mexa com cuidado e sirva imediatamente. Essa salada fica melhor morna ou à temperatura ambiente.
  • Outras Boas Idéias: Bolinhos Grelhados de Couve-flor e Salada de Quinoa com Agrião e Frango

20 de fevereiro de 2010

  • Eu tenho essa mania antiga de comprar revistas de culinária e recortar receitas e artigos que vou colando em um fichário. Muitas vezes só vou fazer a receita anos depois, o que aconteceu com esse prato, cuja receita data de 1998. Não consigo entender o que me fez demorar tanto tempo para fazer um prato que é tão simples e tão saboroso - alem de ser outra boa idéia para nosso verão senegalês carioca. O uso da salsa ao invés do manjericão nesse molho (que nada mais é do que um pesto) confere um sabor mais leve e fresco ao prato.
  • Mas talvez pelo sentimento de culpa ou para evitar analisar o porquê de tanta procrastinação com uma receita tão amiga, desde então já a refiz varias vezes. Tenho que confessar que prefiro ela na versão salada, isto é use, servida fria com  uma massa como penne ou fusilli. E gosto da sua versão vegetariana mas se preferir, adicione peito de frango desfiado ou camarões para uma versão mais encorpada. E use flor de sal para finalizar o tempero.
  • Serve 4 a 6 pessoas
  • ingredientes

  • 4 copos de salsa fresca (aproximadamente 2 molhos grandes)
  • 1 copo de nozes
  • 1 dente de alho
  • 1 limão ralado (casca)
  • ½ copo de azeite extra-virgem
  • Sal e pimenta a gosto
  • 2 tomates grandes
  • Frango desfiado ou camarões cozidos (opcional)
  • 500 gramas de massa (eu gosto de penne, mas na foto é spaghetti)
  • modo de preparo

  • 1. Lave bem a salsinha e seque-a. Ponha no processador com o dente de alho, as nozes e as raspas de limão. Processe até triturar bem a salsa e as nozes. Pelo tubo de alimentação do processador, vá adicionando o azeite aos poucos até formar um creme. Se ainda estiver grosso demais, acrescente mais um pouco de azeite com o processador funcionando. O molho tem que estar bem cremoso para poder envolva a massa toda. Tempere com sal e pimenta e reserve. Esse molho nao deve ser aquecido antes de ser usado. Se voce guarda-lo na geladeira, retire o uns 30 minutos antes e deixe  voltar à temperatura ambiente antes de usar na massa quente.
  • 2. Lave e seque os tomates; parta-os retirando todas as sementes e pique em pedaços grandes. Se for usar frango ou camarão, prepare estes os cozinhando e desfiando (no caso do frango).
  • 3. Cozinhe a massa al dente em bastante água fervente.  Escorra bem. Numa vasilha grande, misture a massa com o molho de salsinha, os tomates e o frango se for usar. Sirva imediatamente. Se for fazer essa massa como salada, deixe a massa esfriar antes de juntar o molho e os tomates. Guarde na geladeira ate o momento de servir.
  • Outra Boa Idéia: Spaghetti Alla Carbonara

4 de janeiro de 2010

  • Fiquei pensando se iria postar logo essa receita ou se esperava mais um pouco. Não que a receita tenha algum problema, ao contrario! Já fiz varias vezes e não pareço me cansar. Mas parece de praxe as pessoas começarem o ano falando em dietas, promessas feitas para perder peso, pratos leves, desintoxicante, etc. após os excessos das festas de final de ano. Porem eu sou do partido que Ano Novo Bom começa com Comida Boa! E a pissaladière é particularmente deliciosa no verão, pois, pessoalmente, acho mais gostosa quando servida à temperatura ambiente. Típica do Sul da França, ela é comumente encontrada em boulangeries e mercados locais (mais recentemente tem sido vista também em bistrôs e pizzarias), onde é vendida cortada em pedaços quadrados para serem comidos com as mãos ou para serem levados para casa para uma refeição leve acompanhada de uma salada.
  • A pissaladière clássica é feita com apenas tomates, cebolas, anchovas e azeitonas pretas. Mas como eu tinha um pote de pesto na geladeira, fiz uma variação vegetariana sem anchovas. A massa da pissaladière tem classicamente duas variações: massa de pão branco ou massa de brioche e confesso que acho a brioche mais interessante aqui.  Alguma coisa com o doce da massa que contrasta muito bem com as cebolas e o ácido do tomate (e o salgado das anchovas quando as uso). A massa pode ser feita de véspera assim como o molho de tomates e as cebolas refogadas: deixe a massa crescendo na vasilha e os recheios prontos na geladeira. No dia de assar é só montar a pissaladière.

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  • ingredientes

  • 15 gramas de fermento biológico seco instantâneo, ou 1 colher de sopa + 1 colher de sobremesa
  • 2 colheres de sopa de açúcar
  • ½ copo de água morna (35 a 38 graus)
  • 1 copo de manteiga sem sal derretida, morna (200 gramas)
  • 1 ½ colher de sobremesa de sal
  • 4 copos de farinha de trigo
  • 4 ovos
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  • 2 latas de tomates tipo italiano
  • 4 dentes de alho
  • 4 a 6 Raminhos de tomilho (só as folhinhas)
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • 4 cebolas grandes
  • 3 colheres de sopa de manteiga sem sal
  • 1 copo de molho pesto, ou anchovas e azeitonas
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  • modo de preparo

  • 1. Misture o fermento, o açúcar, e a água morna.  Adicione a manteiga derretida e o sal. Misture com uma colher de pau e reserve.
  • 2. Na vasilha da batedeira, ponha a farinha, os ovos e a primeira mistura do fermento. Misture em velocidade baixa até formar uma bola. É muito rápido, não precisa sovar a massa muito tempo. Ponha a massa numa vasilha bem grande, untada de manteiga.  Role a massa pela vasilha para ela ficar untada de um pouco da manteiga também. Cubra a vasilha e deixa a massa crescer por 1h a 1H30, ou até dobrar de tamanho.  
  • 3. Após a massa crescer, soque-a para tirar um pouco do ar. Numa superfície ligeiramente polvilhada de farinha, abra a massa e coloque-a delicadamente numa forma retângula, de untada de manteiga. Aperte com os dedos para a massa forrar todo o tabuleiro. Deixe a massa crescer de novo por mais 1 hora.
  • 4. Enquanto isso, abra as latas de tomates e escorra-as. Use o suco drenado para outra coisa. Pique os dentes de alho e numa panelinha, doure- os no azeite. Pique os tomates (ou faça como eu e esmague- os com a colher de pau contra as laterais da panela) e refogue- os no alho junto com o tomilho. Deixe o molho de tomates engrossar e secar, mexendo sempre com a colher. Isso vai levar uns 20 minutos. Tempere com sal e pimenta e Reserve.
  • 5. Descasque as cebolas e corte em fatias finas. Se você tiver uma mandoline, vai facilitar o trabalho e o resultado final fica ainda mais bonito! Numa frigideira bem grande, derreta a manteiga. Junte as cebolas e refogue-as em fogo bem baixo.  Cuidado para não queimar as cebolas: queremo-las translucidas e bem cozidas. Pode levar uns 20/30 Mn. Reserve.
  • 6. Depois que a massa tiver crescido já no tabuleiro, monte a pissaladiere. Comece com o pesto, se for usar. Ponha o molho de tomates por cima, espalhando bem, e termine com as cebolas refogadas. Se forem usar as anchovas (ao invés do pesto), ponha-as por ultimo, espalhando por toda a superfície. Termine com as azeitonas. Leve ao forno pré-aquecido a 180º por 30-35 minutos. Sirva morno ou frio.
  • Outra Boa Idéia: Pizza de Mozzarella de Búfala e Manjericão

14 de julho de 2009

 

Mais um clássico. E esse intrinsecamente ligado a nossa cultura culinária brasileira já que o estrogonofe é aqui freqüentemente lembrado como um prato que remete a nossa infância. E foi por isso que resolvi voltar às origens e tentar lembrar como era o prato na sua concepção primeira.

O Stroganov é um prato de origem russa que entrou na Europa no século 18. Os Stroganov eram uma família de ricos comerciantes que tinham um chefe Frances que provavelmente deu à sua criação o nome dos mestres. Existem diversas variantes mas na base são filés de carne temperados com páprica servidos com um molho a base de creme. Acompanhavam arroz pilaf e cogumelos. Nas versões mais modernas, o prato é servido com uma massa de corte largo.

O único truque desse prato é prepará-lo rápido. A carne frita rapidamente em fogo alto, e o restante dos ingredientes deve ser acrescentado sem espera. Esse prato fica melhor se servido imediatamente mas você pode prepará-lo com antecedência e esquentar o molho em fogo baixo assim que o macarrão estiver pronto, na hora de servir.  

Esse molho serve 3 a 4 pessoas

  •  ingredientes

  • 400 gramas de filé mignon
  • ½ colher de sopa de páprica
  • 3 colheres de sopa de manteiga
  • 1 colher de sopa de azeite
  • Azeite
  • 2 colheres de sopa de cebolinha picada, a parte branca e a verde
  • ¼ de copo de vinho branco
  • 1 colher de sopa de Molho Inglês
  • 1 copo de creme de leite fresco
  • Sal e pimenta do reino
  • Salsinha picada
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  • 500 gramas de massa cozida e escorrida
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  • Modo de preparo

  • 1. Com uma faca bem afiada, corte o filé mignon em tiras cumpridas e bem finas. Ponha numa vasilha e misture com a páprica. Cubra e reserve por no mínimo 30 minutos.
  • 2. Numa frigideira grande, derreta 2 colheres de manteiga com 1 colher de azeite em fogo alto. Frite a carne rapidamente, mexendo delicadamente para dourar de todos os lados. Assim que a carne estiver uniformemente dourada, tire da frigideira junto com qualquer liquido que estiver na frigideira e ponha tudo numa vasilha.
  • 3. Volte a mesma frigideira para o fogo e junte 1 colher restante de manteiga. Refogue a cebolinha rapidamente por 1 minuto e junte o vinho e o Molho Inglês. Mexa rápido por mais 1 minuto e acrescente o creme de leite, sal e pimenta. Mexa com cuidado para não talhar o creme e junte a carne e os líquidos reservados. Esquente por mais um minuto e sirva imediatamente com fettuccine ou outra massa de corte largo, salpicando com salsinha.

Outra Boa Idéia: Spaghettini com Molho de Cream-cheese e Pistaches

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